Vícios

Emoções positivas são o caminho para o processo de bem estar, emoções negativas são o trampolim para o abismo emocional, mas é um processo inconsciente viver a repetição de comportamentos negativos, ocorre um apagão das capacidades de julgamento e discernimento.
O desejo está por trás de tudo, mas quando não consegue ser realizado, gera uma angústia e a pessoa pode buscar uma saída, que muitas vezes gera a necessidade de repetição, para evitar uma frustração, mas aumenta ainda mais seu sofrimento.


Evitar o problema sabotando o sucesso, carreira ou um relacionamento é a dor possível, sofrendo o tempo todo para não entrar em contato com uma frustração e uma dor real.


Comportamentos auto mutiladores, se penitenciar por culpas acumuladas pela vida, processo inconsciente que busca se libertar do erro e alcançar o alívio.
“A depressão é a imperfeição do amor”, as pessoas estão preocupadas em consumir em ter em parecer ter e deixam de ser de sentir, o luto é atropelado pela necessidade de mostrar-se bem apesar da dor e as emoções são varridas para debaixo do tapete.
Os vícios podem se iniciar na infância por falta de interlocutores para decodificarem as suas emoções, o que pode transformá-los em adultos que não sabem lidar com os sentimentos.
Com a entrada da mulher no mercado de trabalho, o aumento da sobrecarga e da jornada em geral, as crianças ficam mais são expostas à TV, jogos, internet, e muitas vezes falta diálogo com os pais, o que não permite entender os próprios sentimentos.
Eleva-se o consumismo, aumentam-se os bens materiais que não substituem os emocionais, e podem surgir as disfuncionalidades emocionais.
Com o passar dos anos podem não dar conta de altas exigências do mercado, não utilizam suas potencialidades, não tem a agressividade que as funções exigem, cometem erros estratégicos que colocam em risco o sucesso dos negócios ou dirigindo de forma inadequada , o que gera entraves para o crescimento profissional, quando percebem a ausência de autoconfiança entram em contato com o sentimento de frustração que pode levar à depressão, mas não conseguem mudar esse padrão de comportamento.


Ao perceber os prejuízos, é necessária a busca de alternativas saudáveis para conduzir vida, que pode exigir o mergulho na própria existência, desvendar os desejos reais, e aceitar as frustrações, como parte do desenvolvimento natural.


Identificar o problema que ocasionou e desenvolver novos padrões para substituir os comportamentos destrutivos é necessário para libertar dos velhos fardos.


Os pensamentos positivos podem estar recalcados pelos negativos, e é essencial para uma nova fase.

Natalia Marques Antunes – Psicóloga Clínica, Consultora em Saúde Organizacional com Formação em Coaching (Life Self – Sistema ISOR)



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